Fronteira das Palavras
Nada Além!
Como pudemos
partilhar caminhos uníssonos,
ao mesmo tempo,
trilhar mundos distintos?
Perguntas com respostas vazias,
tal qual conclusões iníquas!
Esperar então do que...
Simples, nada além que vivemos!
Savoir-Vibre!
Por que relutar num aceite óbvio?
De coincidências conspirantes,
em pensamentos altruístas,
e perder-se, ao esgarçar sentimentos,
numa luta inglória consigo!
Manter-se longe de si,
a exorcizar demônios em espelhos,
na busca cega de devaneios livres,
em um claro indício de
“savoir-vibre”
!
Histórias Fabuladas!
Sustenho pensamentos,
linkados em mim e num ontem!
Ao escolher minha época,
fazendo assim um passado,
de um incômodo medo,
mas ainda assim, a seguir!
Um olhar sem filtros,
e diferenciar histórias nossas,
fabricadas, fabuladas, sei lá!
Em contenda, versus o óbvio,
lidando com frases fictas,
e um sentir omissão de mim,
substratos de nós, que hoje dista!
O Querer Te Grita!
Num sinal in estampa,
ainda assim evitas!
Querer deixar em canto,
onde o querer te grita,
e o não estares escutante,
obsta o teu voltar exitante,
ao meu coração que te fita,
insano, a te abraçar nestante!
Geminar Corações!
Me finjo bem, por fim!
Em instantes certeiros,
a fitarmo-nos aos olhos,
teus e meus contíguos!
Germinar saudades, e estas,
a brotar de um coração diviso,
e ver, entrelaçadas mãos nossas,
a geminar, dois corações inteiros!
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